Hoje o rock comemora o seu dia. O estilo que conquistou o mundo com os garotos de Liverpool (The Beatles) e é feito, nas mais variadas vertentes, pelos quatro cantos do planeta. No Brasil, o rock ganhou força na Jovem Guarda influenciado diretamente por Paul, John, Ringo e George.
Na década de 1980, o estilo volta às rádios brasileiras com uma nova geração. Novas bandas e novos roqueiros que protestavam, debochavam e falavam de amor sob o som das guitarras. O rock nacional se consolidava e mostrava que também tinha seu espaço no país do samba, da bossa nova e da mpb.
Legião Urbana - Quase sem querer
Os Paralamas do Sucesso e Edgard Scandurra - Trac Trac
Biquini Cavadão - Zé ninguém
Kid Abelha - Como eu quero
Lulu Santos - Tempos Modernos
Marina Lima e Liminha - Fullgás
Engenheiros do Hawaii - Infinita Highway
Barão Vermelho - Maior Abandonado/Milagres/Subproduto do Rock
Entre o intervalo de décadas da Jovem Guarda e o Rock anos 80, Rita Lee e Raul Seixas mantiveram o som vivo e pulsante. A dupla tornou-se a ponte entre as duas mais importantes gerações roqueiras do Brasil.
Não é à toa que Rita e Raul são considerados os vovôs do rock nacional. Rita Lee, ruiva e bela começou sua carreira entre os Mutantes. Raul Seixas saiu da Bahia para o Rio de Janeiro onde tocou na banda de Jerry Adriani durante a Jovem Guarda.
Titãs e Rita Lee - Televisão
Raul Seixas e Marcelo Nova - Carpinteiro do Universo
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terça-feira, 13 de julho de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
Dicionário Musical: mentira (2)
Mentira: ato de mentir; falsidade; lorota; tapeação
Barão Vermelho - Maior Abandonado
Ana Carolina - Trancado
Nando Reis - Cegos no castelo
Marina Lima - O Chamado
Zeca Pagodinho - Minta meu sonho
Barão Vermelho - Maior Abandonado
Ana Carolina - Trancado
Nando Reis - Cegos no castelo
Marina Lima - O Chamado
Zeca Pagodinho - Minta meu sonho
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Propagandas
Som e imagem são uma das melhores combinações que existem. Na proganda essa fórmula de sucesso não podia faltar. Por isso selecionei alguns momentos musicais da nossa publicidade, no dia da propaganda.
Lulu Santos - Descobridor dos sete mares
Propaganda Faber-Castell - Aquarela
João Gilberto - Propaganda Brahma
Propaganda Shampoo Johnson Baby
Barão Vermelho - Vem quente que eu estou fervendo
Herbert Vianna: Sou brasileiro, não desisto nunca (Raul Seixas) - Tente outra vez
Lulu Santos - Descobridor dos sete mares
Propaganda Faber-Castell - Aquarela
João Gilberto - Propaganda Brahma
Propaganda Shampoo Johnson Baby
Barão Vermelho - Vem quente que eu estou fervendo
Herbert Vianna: Sou brasileiro, não desisto nunca (Raul Seixas) - Tente outra vez
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sábado, 21 de novembro de 2009
Um "salve" pra todos
O mundo moderno, sem tempo e com pressa, está distanciando e tornando superficiais nossas relações. Muitas vezes ao encontrarmos amigos nos limitamos a pequenas saudações. Como no diálogo musicado, do mestre Paulinho da Viola, entre amigos que se encontram no trânsito.
Paulinho da Viola - Sinal fechado
E hoje, acreditem, é o dia das saudações. E o Brasil Musicado "manda um salve" para todos os seus visitantes e amantes da nossa música. Que nossas relações não sejam apenas uma mera saudação distante e fria.
Barão Vermelho - Pense e dance
Paulinho da Viola - Sinal fechado
E hoje, acreditem, é o dia das saudações. E o Brasil Musicado "manda um salve" para todos os seus visitantes e amantes da nossa música. Que nossas relações não sejam apenas uma mera saudação distante e fria.
Barão Vermelho - Pense e dance
sábado, 17 de outubro de 2009
Quase 4% do mundo "fazendo a cabeça"
Quase 4% dos adultos no mundo consomem maconha. É o que diz um artigo publicado na edição de hoje da revista médica britânica The Lancet.
Os autores do estudo citam dados da Organização das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (UNODC), onde em 2006 havia 166 milhões de consumidores de maconha, entre os 15 e os 64 anos, o que representa 3,9% da população mundial nesta faixa etária.
Planet Hemp - Queimando tudo
De acordo com o estudo o produto é utilizado principalmente entre os jovens nos países ricos, com Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, mas o uso está aumentando em todo o mundo.
O estudo foi elaborado pelos professores australianos Wayne Hall e Louisa Degenhardt. "Em termos de saúde pública, o consumo de maconha é provavelmente modesto na comparação com o fardo social que representam o álcool, o cigarro ou outras drogas ilegais", destacam.
Os professores lembram que uso da maconha apresenta riscos, como por exemplo a função pulmonar, que é afetada como no caso do tabaco. Também destacam o risco de acidentes de trânsito, as crises de ansiedade e os episódios psicóticos em pessoas propensas, além da dependência.
Barão Vermelho e Bezerra da Silva - Malandragem dá um tempo
Segundo os autores, 9% das pessoas que consomem a maconha viciam-se. Na comparação, a dependência da nicotina é de 32%, da heroína de 23%, da cocaína de 17%, do álcool de 15% e dos estimulantes de 11%.
(Adaptação do texto da AFP)
Os autores do estudo citam dados da Organização das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (UNODC), onde em 2006 havia 166 milhões de consumidores de maconha, entre os 15 e os 64 anos, o que representa 3,9% da população mundial nesta faixa etária.
Planet Hemp - Queimando tudo
De acordo com o estudo o produto é utilizado principalmente entre os jovens nos países ricos, com Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, mas o uso está aumentando em todo o mundo.
O estudo foi elaborado pelos professores australianos Wayne Hall e Louisa Degenhardt. "Em termos de saúde pública, o consumo de maconha é provavelmente modesto na comparação com o fardo social que representam o álcool, o cigarro ou outras drogas ilegais", destacam.
Os professores lembram que uso da maconha apresenta riscos, como por exemplo a função pulmonar, que é afetada como no caso do tabaco. Também destacam o risco de acidentes de trânsito, as crises de ansiedade e os episódios psicóticos em pessoas propensas, além da dependência.
Barão Vermelho e Bezerra da Silva - Malandragem dá um tempo
Segundo os autores, 9% das pessoas que consomem a maconha viciam-se. Na comparação, a dependência da nicotina é de 32%, da heroína de 23%, da cocaína de 17%, do álcool de 15% e dos estimulantes de 11%.
(Adaptação do texto da AFP)
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quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Dicionário Musical: feliz
Feliz: afortunado; próspero; satisfeito; contente; que denota alegria; abençoado; bendito; protegido.
Barão Vermelho - Pro dia nascer feliz
Natiruts - Quero ser feliz também
Hoje - Leila Pinheiro
Zeca Baleiro - Proibida pra mim
Barão Vermelho - Pro dia nascer feliz
Natiruts - Quero ser feliz também
Hoje - Leila Pinheiro
Zeca Baleiro - Proibida pra mim
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Todo dia é dia de música popular brasileira - parte 2
Hoje quero trazer mais pessoas fundamentais à nossa música. Como você entende o conceito de música popular? João Gilberto, com sua voz "tímida", violão nas mãos e silêncio absoluto na platéia, ou Carmem Miranda com sua exuberância e seus balangandãs?
Começamos pelas Gerais e (talvez) seu mais importante artista. Cantor e compositor, Milton Nascimento é um dos principais nomes da música, não apenas mineira, mas nacional.
Milton Nascimento - Travessia
Cazuza foi reconhecido por suas composições e vida fora dos padrões para uma sociedade assustada com anos de regime militar e cheia de falsos valores e moral duvidosa. Mas o poeta soube muito bem, na breve passagem pela vida e pela música se tornar grandioso e eterno.
Barão Vermelho e Cazuza - Codinome Beija-flor
Nos morros cariocas, Cartola viveu uma vida à margem do sucesso. Depois de muitos anos, olharam para o velho sambista e reconheceram a beleza e a verdade no samba feito de cima da favela e do fundo do coração. Samba que falava de amor, sofrimento e tudo aquilo que todos nós vivemos.
Cartola - Peito vazio
Acredito que nem mesmo Fagner achou que, lá atrás, quando Elis Regina gravou uma de suas canções, ele chegaria onde chegou. Não que ele não seja digno do sucesso que tem. Representando muito bem o Ceará, o compositor é um talento que genialmente se renovou nos últimos anos em sua parceria com o jovem Zeca Baleiro. Talento à parte, Fagner viveu muito tempo em uma briga judicial com a família da poetisa Cecília Meireles, que o acusava de plágio. Plágio ou homenagem, ainda bem que ele musicou a poesia e nos encantou.
Fagner - Canteiros
Cássia Eller é mais um daqueles casos de grandes talentos que perdemos prematuramente. A mulher tímida fora dos palcos se tornava grandiosa em cada apresentação. Com o rock nas veias ela soube também ser sutil e delicada em seu cantar.
Cássia Eller - O segundo sol
O nordeste também trouxe um rei aos nossos rádios e universo musical. Gonzagão foi rei do baião e representou uma parcela importante de um Brasil que surgia no século XX. Parcela essa que migrava aos grandes centros e ajudou a construir nosso país.
Luiz Gonzaga - Vida de viajante
Vamos à Bahia, ou seria Portugal, ou o mundo? Bem, Carmem Miranda nunca foi baiana, muito menos brasileira. A portuguesinha levou o Brasil no coração, já que veio muito nova com a família viver no país. Mas sua música, essa sim, era brasileiríssima.
Carmem Miranda - O que é que a baiana tem?
Não é à toa que Roberto Carlos é chamado de rei, ainda hoje. Ao lado de Erasmo compôs inúmeros sucessos, vendeu milhões de discos enquanto muita música "refinada" e "culta" vendia milhares de cópias. Canções de amor que acertavam em cheio militares, intelectuais e pessoas mais simples. Isso sim, foi música popular, mesmo que ainda hoje sofra preconceito.
Roberto Carlos - Detalhes
Jorge Ben Jor levou seu suínge e simpatia para o seleto grupo dos grandes da MPB. Carioca sangue bom, Ben Jor ainda hoje é referência e influência para muitos artistas nacionais e internacionais.
Jorge Ben Jor - Taj Mahal
A paraibana da família Ramalho sempre soube que o palco era seu lugar. Atriz e cantora, Elba não demorou para conquistar seu espaço e reconhecimento no cenário artístico. A cantora faz parte de um seleto grupo de artistas e amigos nordestinos surgidos na mesma época: Zé Ramalho, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Amelinha entre outros.
Elba Ramalho e Geraldo Azevedo - Frisson
Zé é tido por muitos como um profeta nordestino. Zé Ramalho é com certeza um dos grandes compositores de nossa música. Com canções geniais soube fazer de uma homenagem ao avô um sucesso, ou mesmo adentrar no universo sertanejo (ao lado da dupla Chitãozinho e Xororó) e conquistar novos fãs.
Zé Ramalho - Chão de giz
Enceramos por hoje com a serenidade baiana de Gilberto Gil. Talentoso compositor que foi vítima da ditadura, mas "deu a volta por cima" e hoje mostra sua genialidade. Ao lado de Caetano, Gal e Bethânia fez parte dos Doces Bárbaros e rodou por todo o país durante a década de 1970.
Gilberto Gil - Drão
Começamos pelas Gerais e (talvez) seu mais importante artista. Cantor e compositor, Milton Nascimento é um dos principais nomes da música, não apenas mineira, mas nacional.
Milton Nascimento - Travessia
Cazuza foi reconhecido por suas composições e vida fora dos padrões para uma sociedade assustada com anos de regime militar e cheia de falsos valores e moral duvidosa. Mas o poeta soube muito bem, na breve passagem pela vida e pela música se tornar grandioso e eterno.
Barão Vermelho e Cazuza - Codinome Beija-flor
Nos morros cariocas, Cartola viveu uma vida à margem do sucesso. Depois de muitos anos, olharam para o velho sambista e reconheceram a beleza e a verdade no samba feito de cima da favela e do fundo do coração. Samba que falava de amor, sofrimento e tudo aquilo que todos nós vivemos.
Cartola - Peito vazio
Acredito que nem mesmo Fagner achou que, lá atrás, quando Elis Regina gravou uma de suas canções, ele chegaria onde chegou. Não que ele não seja digno do sucesso que tem. Representando muito bem o Ceará, o compositor é um talento que genialmente se renovou nos últimos anos em sua parceria com o jovem Zeca Baleiro. Talento à parte, Fagner viveu muito tempo em uma briga judicial com a família da poetisa Cecília Meireles, que o acusava de plágio. Plágio ou homenagem, ainda bem que ele musicou a poesia e nos encantou.
Fagner - Canteiros
Cássia Eller é mais um daqueles casos de grandes talentos que perdemos prematuramente. A mulher tímida fora dos palcos se tornava grandiosa em cada apresentação. Com o rock nas veias ela soube também ser sutil e delicada em seu cantar.
Cássia Eller - O segundo sol
O nordeste também trouxe um rei aos nossos rádios e universo musical. Gonzagão foi rei do baião e representou uma parcela importante de um Brasil que surgia no século XX. Parcela essa que migrava aos grandes centros e ajudou a construir nosso país.
Luiz Gonzaga - Vida de viajante
Vamos à Bahia, ou seria Portugal, ou o mundo? Bem, Carmem Miranda nunca foi baiana, muito menos brasileira. A portuguesinha levou o Brasil no coração, já que veio muito nova com a família viver no país. Mas sua música, essa sim, era brasileiríssima.
Carmem Miranda - O que é que a baiana tem?
Não é à toa que Roberto Carlos é chamado de rei, ainda hoje. Ao lado de Erasmo compôs inúmeros sucessos, vendeu milhões de discos enquanto muita música "refinada" e "culta" vendia milhares de cópias. Canções de amor que acertavam em cheio militares, intelectuais e pessoas mais simples. Isso sim, foi música popular, mesmo que ainda hoje sofra preconceito.
Roberto Carlos - Detalhes
Jorge Ben Jor levou seu suínge e simpatia para o seleto grupo dos grandes da MPB. Carioca sangue bom, Ben Jor ainda hoje é referência e influência para muitos artistas nacionais e internacionais.
Jorge Ben Jor - Taj Mahal
A paraibana da família Ramalho sempre soube que o palco era seu lugar. Atriz e cantora, Elba não demorou para conquistar seu espaço e reconhecimento no cenário artístico. A cantora faz parte de um seleto grupo de artistas e amigos nordestinos surgidos na mesma época: Zé Ramalho, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Amelinha entre outros.
Elba Ramalho e Geraldo Azevedo - Frisson
Zé é tido por muitos como um profeta nordestino. Zé Ramalho é com certeza um dos grandes compositores de nossa música. Com canções geniais soube fazer de uma homenagem ao avô um sucesso, ou mesmo adentrar no universo sertanejo (ao lado da dupla Chitãozinho e Xororó) e conquistar novos fãs.
Zé Ramalho - Chão de giz
Enceramos por hoje com a serenidade baiana de Gilberto Gil. Talentoso compositor que foi vítima da ditadura, mas "deu a volta por cima" e hoje mostra sua genialidade. Ao lado de Caetano, Gal e Bethânia fez parte dos Doces Bárbaros e rodou por todo o país durante a década de 1970.
Gilberto Gil - Drão
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